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9 de nov. de 2011

O BLOG - BLAMER - K

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O nome do nosso blog é inspirado nas iniciais dos nomes dos integrantes do grupo da turma 2002 que são:


B (Beatriz de Alemida - 07)
L (Lorena Brandão - 20)
A (Andrew Maurício - 05)
M (Mariana Araújo - 21)
E (Estevão Nicholas - 11)
R (Roberta Nate - 27)
K (Jeane Knupp - 18)


O Blog, foi criado para um trabalho especialmente e inicialmente direcionado para português e literatura, mas que abriu espaço para outras matérias também se integrarem ao projeto.
Nele os alunos tem que criar postagens relacionadas aos temas dados pelos professores das matérias participantes, que até então são:


Português
Literatura
Geografia
Psicologia
Inglês
História
Artes
Sociologia
2º Caderno
CEJK
Mídias e Suas Tecnologias na Educação


Dentro desses postes os professores nos avaliam dando suas notas que contribuem com nossas médias e também desenvolvem projetos como os das professoras Valéria Moura - Músicas e Valores Universais e a Valéria Forti - Bullying.
Fora o reforço das outras matérias ao abordarem diversos temas importantes.

7 de nov. de 2011

INGLÊS - ROBERTA NATE


Beauty and the Beast - Celine Dion




A Bela e a Fera - Traduzido





A música passa valores ligados à amizade e ao amor.
Feita para um conto de fadas "A Bela e a Fera", mostra que quando há amor, nada pode atrapalhar a união entre os que sentem esse amor.
Mostra o quanto é importante haver equilíbrio e que se ambas as partes souberem ceder, tudo dará certo no final.
Tanto o conto de fadas, quanto a música expressam a importância do amor e da paixão.

HISTÓRIA - ROBERTA NATE






Hoje em dia nas escolas existem diversos recursos para ensinarem história aos pequenos aprendizes e um deles é os novos editais de livros sobre fatos que ocorreram em nossa história, sendo contados de maneira divertida, simples e dinâmica.
Antes uma matéria chata e maçante para muitos alunos, principalmente nas faixas de 6 à 9 anos, hoje se tornou um prazer, quase um lazer de se aprender.


Como exemplo temos o livro "1808 A Viagem da Família Real - Gilson Barreto" que recriou de forma mágica uma história de dois amigos que conheceram de perto a história da permanência portuguesa em terras brasileiras naquela época.
História contada de forma tão criativa que leva as crianças a se apaixonarem pela história de sua nação.


Exemplos como esses tem sido anexado ao material didático de muitas escolas buscando um melhor rendimento entre os alunos, podendo assim trabalhar e suprir diversas necessidades dos alunos através do aprendizado dinâmico.

6 de out. de 2011

GEOGRAFIA - MARIANA ARAÚJO



Como o próprio nome diz: são pontos e significam pontos principais ou pontos de referência. Através deles é possível localizar qualquer lugar sobre a superfície da Terra, são eles: o Norte e o Sul que apontam na direção dos pólos terrestre; o Leste e o Oeste que apontam para o lado do nascer e do por do Sol, cruzando a linha Norte-Sul. CUIDADO, o Leste e o Oeste não apontam sempre para o ponto onde o Sol nasce ou se põe e sim para o lado do nascente ou lado do poente. Durante o ano, o Sol nasce em pontos diferentes do lado do nascente e se põe em pontos diferentes do poente. Por isso, não podemos dizer que o Sol nasce sempre a Leste e se põe sempre a Oeste. Dependendo da época do ano a diferença, entre o nascente (ponto onde o Sol nasceu) e o Leste verdadeiro, é grande. 
Todos os lugares para onde você se deslocar possuem um ponto de referencia. Nas estradas, existem sempre sinais indicativos, como seguir em frente, vire à direita e outros. 
Ao pedir uma informação, você verá que também existe um ponto de referência: perto daquela casa amarela, em frete daquela praça. 
Isso tudo acontece para que possamos nos localizar em um determinado espaço. 
Durante a noite as estrelas servem como ponto de orientação. De dia, é o sol. Ele aparece sempre de um lado da Terra e desaparece do lado oposto. 

Vamos descobrir onde ficam esses pontos? Faça assim: Estenda o braço direito para o lugar onde o sol pode ser visto ao amanhecer. Nessa direção está o Leste. 
Levante o seu braço esquerdo e nesse sentido estará o Oeste. À sua frente você encontrará o Norte. Atrás de você estará o Sul. 
Norte, Sul, Leste e Oeste são os pontos cardeais, que nos orientam. 

PSICOLOGIA - LORENA BRANDÃO




A nossa sociedade mudou, temos uma inversão de papeis e valores, mais informação do que podemos absorver, a mulher trabalhando fora, o avanço tecnológico grande, a família mudou, a criança mudou, o aluno e a escola também mudaram. Com a tecnológica mudou as maneiras de brincar. As crianças deixaram de brincar na rua, jogar bola, pular amarelinha e passaram a jogar videogames e jogos de computador, ignorando o sol que brilha a convidar as brincadeiras na rua. Tanta mudança gera confusão e expectativas, por isso, a escolha por este tema que trata da importância do brincar, ou ainda, como o lúdico interfere no desenvolvimento de uma criança. Este desenvolvimento, para Wallon, se dá através de uma interação entre ambientes físicos e sociais, sendo que os membros desta cultura, como pais, avós, educadores e outros, ajudam a proporcionar à criança participar de diferentes atividades, promovendo diversas ações, levando a criança a um saber construído pela cultura e modificando-se através de suas necessidades biológicas e psicossociais. Por isso, a importância da brincadeira, pois é a criação de uma nova relação entre situações do pensamento e situações reais. Brincar é coisa muito séria. Toda criança deveria poder brincar. A brincadeira contribui para o processo de socialização das crianças, oferecendo-lhes oportunidades de realizar atividades coletivas livremente, além de ter efeitos positivos para o processo de aprendizagem e estimular o desenvolvimento de habilidades básicas e aquisição de novos conhecimentos. 

As brincadeiras aparentemente simples são fontes de estímulo ao desenvolvimento cognitivo, social e afetivo da criança e também é uma forma de autoexpressão. Poucos adultos saibam do papel importantíssimo do ato de brincar para desenvolvimento infantil. Eles acham que não passam de um passatempo, sem funções com muita importância. 

A maioria dos pensadores e educadores que trabalham com este tema ressalta a importância da brincadeira no processo de aprendizagem e socialização. Infelizmente, tenho observado que a brincadeira não faz parte do projeto pedagógico da escola e da ação do professor. O principal objetivo deste trabalho é compreender o papel da brincadeira no desenvolvimento infantil, bem como a utilizar a brincadeira como ferramenta pedagógica. 

O brincar também auxilia as crianças na hora de lidar com os seus conflitos ou com situações de sofrimento. As crianças, ao brincar elas expressam os seus sentimentos. Como por exemplo, brincar de medico, a criança passa do papel do paciente para ativa e cuidar de seu paciente ( o boneco ou um coleguinha ). Com esse ato, os adultos mais próximo da criança, já consegue observar o desenvolvimento da criança. 

O ato de brincar é um forte componente de comunicação e, através dela, a criança pode reproduzi o seu dia a dia. Mas, vale a pena realçarmos que varia a necessidade da criança de acordo com a sua faixa etária. As crianças menores tem uma dificuldade maior de dividir os seus brinquedos, enquanto as maiores gostam de jogos em grupos. O brinquedo não precisa ser necessariamente caro, mas sim, seguro e criativo. 

Para Piaget (1976) ele diz que a atividade lúdica é o berço obrigatório das atividades intelectuais da criança. Estas não são apenas uma forma de desafogo ou entretenimento para gastar energia das crianças, mas meios que contribuem e enriquecem o desenvolvimento intelectual. Ele afirma: 

"O jogo é, portanto, sob as suas duas formas essenciais de exercício sensório-motor e de simbolismo, uma assimilação da real à atividade própria, fornecendo a esta seu alimento necessário e transformando o real em função das necessidades múltiplas do eu. Por isso, os métodos ativos de educação das crianças exigem todos que se forneça às crianças um material conveniente, a fim de que, jogando, elas cheguem a assimilar as realidades intelectuais que, sem isso, permanecem exteriores à inteligência infantil". (Piaget 1976, p.160). 

Referindo-se a faixa etária dos sete anos, Wallon (1979) demonstra seu interesse pelas relações sociais infantis nos momentos de jogo: 

"A criança concebe o grupo em função das tarefas que o grupo pode realizar, dos jogos a que pode entregar-se com seus camaradas de grupo, e também das contestações, dos conflitos que podem surgir nos jogos onde existem duas equipes antagônicas". (Wallon p.210)

ARTES - ESTEVÃO NICHOLAS




Atividades com cores e texturas


Atividade 1: Trabalho com tinta guache 

Prepare a tinta guache para ser usada pelas crianças (pois se esta ficar muito diluída escorre e o trabalho pode se perder), batendo no liquidificador 5 colheres de sopa da tinta escolhida com pouca água, guardando a mistura em garrafas plásticas. Pode-se oferecê-la em vasilhas de plástico grandes e baixas onde as várias cores fiquem à disposição ao mesmo tempo. 
Prepare o espaço que pode ser o chão ou mesas forrando-os com plástico. Espalhe os papéis camurça, color set, craft,lixa,cartolina,etc. e diversos tipos de pincéis. Incentive a experimentação das texturas e cores fazendo com que a criança imprima sua marca nos papéis com os rolinhos, pincéis, esponja ou as mãos. Dê liberdade de movimentos aos pequenos.Uma variação possível desta atividade é a pintura da sola dos pés, para as crianças que já andam. 

Outras variações com tinta guache: 
- Guache com cola: para ser usadas em papel cartão, embalagens, além dos papéis usuais 
- Guache com areia, fubá, sagu: para criar relevo e deve ser usado sobre papelão grosso ou papel grosso que suporte peso 

Atividade 2: Trabalho com anilina 


Esta deve ser usada sempre diluída e como as crianças são pequenas use a comestível em pasta que não é tóxica. 

Variações: 
-anilina com água: dá um efeito opaco e deve ser usado em papéis porosos como: cartolina, camurça, sulfite,... Usar 1 colher rasa de café em 100ml de água 
-anilina com cola: quando seca deixa a tinta brilhante por causa da cola. Indicada para todo tipo de papel. Usar 1 colher rasa de café em 150 ml de cola. 

Espalhe as tintas e os suportes nas mesas e peça para as crianças pintarem, explorando os efeitos da tinta sobre o papel, enquanto ouvem a música preferida da classe, 

Atividade 3: Trabalho com tinta de maisena (finger)


Esta tinta deve ser usada sobre superfícies grossas como papelão ou papel cartão devido ao peso. Quando seca começa a quebrar e o trabalho fica cheio de rachaduras. Pode ser guardado em geladeira durante 3 semanas e para o trabalho ser arquivado deve-se utilizar pequenas quantidades de tinta pelo papel. 

Variações: 
-para um finger mais consistente, utilize 300g de maisena diluída em 2 litros de água. Levar ao fogo mexendo sempre até formar um mingau. Pode ser colorido com gelatina 
-num finger mais mole, a quantidade de maisena cai par 200g/2 litros 
Importante: esse tipo de tinta deve levar um conservante que pode ser sal (1 colher de sopa cheia para cada medida ) ou vinagre( 2 colheres de sopa rasas) 

Atividade 4: Trabalho com tinta de sagu 


Prepare o sagu no sabor uva ou morango e coloque sal como conservante (1 colher de sopa cheia para cada medida).Prepare o local, colando na parede papéis craft, para que as crianças trabalhem de pé. Pinte com o sagu a palma das mãos das crianças para que elas a imprimam sobre o papel. Você pode pintar a sua e fazer a demonstração. Não faça o trabalho por elas. 

Uma variação possível desta atividade é a pintura da sola dos pés. Elas podem imprimir os pés enquanto caminham sobre um papel comprido. Chame a atenção para o fato de as marcas ficarem bem visíveis no início e irem desaparecendo à medida que a tinta é gasta. 
Importante: as pinturas terão curta duração (faz-se, expõe por uns dias e joga-se fora porque o sagu não seca) 

Ao termino de cada atividade faça uma roda de apreciação incentivando o cuidado que os pequenos devem ter com os seus trabalhos e com os dos colegas. Monte uma exposição num lugar de visibilidade da escola para que os trabalhos sejam apreciados por todos 

2º CADERNO - BEATRIZ SANTOS



FORME A FRASE 

Escreva cada letra em um espaço em branco para descobrir qual frase irá surgir. Escolha as letras alternando as cores (rosa, vermelho, rosa...). 




S – E - J - I- F –R - Z – M - E - E 




S__ __ A __ E L __ __ S __ __ P __ __ 




(Resposta: Seja feliz sempre) 




C – I – A – Ç – A 

__ R __ __ N __ __ 

(Resposta: Criança) 



ORDEM ALFABETICA 


Anel _____ Casa

____ Escola ____

Gato ____ Índio 

____ Karaokê ___

Macaco ___ Ovelha 

___ Queijo ____

Sapo ____ Uva

___ whisky ____

Yoga _____ 


PESQUE A LETRA QUE FALTA 


Encontre a letra que falta para forma a palavra. 


A - B – B – C – U – T – U – I – P – P – L – M – N – H – O – K – U – H – J – S – E – W – R – V – C – X – G – F – D – Q – R – Y – I – P – Ç – Z – K – U – I – T – D – F – S – C – V – B – A – I – O - A - B – B – C – U – T – U – I – P – P – L – M – N – H – O – K – U – H – J – S – E – W – R – V – C – X – G – F – D – Q – R – Y – I – P – Ç – Z – K – U – I – T – D – F – S – C – V – B – A – I – O – U – T – I – A – P – D – E – R – W – G – K – L 





VA__A || PR__NC__SA || __S__O__A || MACAC__ || O__O || R__TO 
__N__A || CR__AN__ __ || F__L__ __ || B__T__M || URS__ 

(Resposta: vaca, princesa, escola, macaco, ovo, rato, onça, criança, feliz, batom, urso) 


APRENDENDO A CONTAR


1, __ , __ , 4, 5, __ , 7 , __ , __ , 10 , 11 , 12 , __ , __ , __ , 16 , __ , __ , 19, 20 , 21 , __ , 23, __ , __ , 26 , 27 , __ , 29 , 30 , __ , __ , 33 , __ , 35 , __ , 37, __ , __ , 40. 

CEJK - ESTEVÃO NICHOLAS


Durante essa semana tivemos muitas apresentações ligadas ao feriado de Zumbi dos Palmares.
Ao qual dedicaram no CEJK uma semana inteira batizada como a Semana da Consciência Negra.
Abaixo estarei mostrando uma das atividades feita com as crianças do Julinha, em forma de demonstração da cultura afro.

Trançar cabelo é uma técnica antiga, trazida pelos povos africanos, que tem ganhando cada vez mais adeptos entre os jovens. Tranças nagô, rastafari e dreadlocks têm feito a cabeça da galera. E são uma bela opção aos tratamentos químicos em cabelos crespos, para alisar e diminuir volume.

Para ensinar o passo a passo para fazer tranças nagô e os cuidados de manutenção de dreadlocks, o Beleza Pura convidou as Anastácias, grupo de Hip Hop de Porto Alegre. Elas aprenderam a trançar em casa e se lembram de quando ainda eram crianças e reclamavam quando as mães puxavam os seus cabelos para elaborar os penteados.

O grupo é formado por Cláudia Fontoura Silva, 19 anos, e Denise Fontoura Silva, 22 anos, Malizi Fontoura Gonçalves, 22 anos, Fernanda Ferreira, 23 anos e Quênia Lopes, 21 anos. Elas estão morando no Rio de Janeiro há um ano, em bairros da Zona Norte, como Higienópolis e Vila Isabel na Zona Norte, e no morro do Vidigal, na Zona Sul.

Depois de uma visita ao Rio, em 2003, para receber o prêmio Demo Feminina, no Festival de Hip Hop Hutúz, elas se apaixonaram pela cidade. “Aqui no Rio, temos mais oportunidades de trabalho, com cabelos e com música”, avalia Denise.

Penteados da infância


Elásticos de silicone, linhas e peças de cerâmica

Enquanto preparam um CD demo, elas ganham dinheiro fazendo cabelos e ensinam como é possível valorizar a cultura negra e o cabelo natural.

Quando elas começaram a freqüentar o circuito do Hip Hop em Porto Alegre, onde se reuniam DJs, b-boys, MCs e grafiteiros, destoavam da maioria das meninas que usavam cabelos lisos e roupas largas.

"Nosso visual com blacks e tranças provocou certo impacto. Chegaram a nos apelidar de 'patricinhas do rap'", lembra Denise.

Estranhamentos superados, elas logo começaram a rimar e a botar em prática os penteados que aprenderam em casa. “Quênia era a mais experiente, sua mãe fazia tranças para uma clientela enorme”, lembra Cláudia. O conhecimento adquirido acabou virando uma forma de ganhar dinheiro.

Nagô

A trança nagô é feita junto ao couro cabeludo e permite a criação de vários desenhos. Pode ser feita até a metade da cabeça ou na cabeça inteira, com o cabelo natural e com aplicação de outros fios, naturais e artificiais. “Há muitas possibilidades desenho. O melhor é aquele que combina com a anatomia da pessoa”, opina Denise.

A escolha certa deve levar em conta as forma da cabeça, a quantidade de cabelo e as falhas no crescimento do cabelo de cada um.

Quênia faz seu nagô

Dependendo do tamanho do cabelo e da complexidade do desenho, o trabalho pode durar de uma a 7 horas. As tranças que usam apliques são as mais demoradas. “A trança nagô pode ser feita em qualquer tipo de cabelo, crespo ou liso, e sua duração varia de acordo com a capacidade de fixação do penteado de cada fio, podendo ser mantida por pelo 15 dias, ou até mais dependendo do cuidado”, ensina Cláudia.

Para manter, é permitido molhar, mas são necessários alguns cuidados na hora de dormir e na lavagem. "Não pode ser lavada todo dia e quando for lavar, tem que usar uma touca de meia para proteger a trança", recomenda Quênia.

A touca feita com um pedaço de meia calça cortada é a melhor opção para o banho. "É bom e barato", elogia Cláudia.

Para dormir, também pode ser usada outra touca no mesmo estilo, um lenço ou redes para proteção de penteados. "Evita que os fios se soltem e o cabelo fique com aspecto bagunçado", recomenda Denise. A secagem também merece atenção e pode ser acelerada com um secador na temperatura fria.

Passo a passo

O material necessário é uma tesoura, uma agulha ou um pauzinho de laranjeira, pequenos grampos ou 'piranhas', para prender o resto do cabelo, e fios de elástico finos próprios para penteados (do tipo elastex) ou elásticos pequenos de silicone para finalizar as tranças. Os materiais são facilmente encontrados em lojas que comercializam produtos para cabelo.

Pauzinho separa os caminhos da meia trança nagô de Denise

O primeiro passo é a separação do cabelo que será trançado imediatamente. Prenda o cabelo que não será trançado com grampos ou piranhas. Em seguida, escolha por onde começar e defina o traçado. Em geral, a nagô começa a ser feita pela parte superior da cabeça, sobre a testa. A separação dos fios vai definir a espessura da trança e pode ser feita com um pauzinho de laranjeira ou até mesmo uma agulha grossa, como a de crochê.

Comece a trançar, bem apertado, e vá adicionando as pequenas mechas na medida em que for avançando na direção do desenho planejado.

A meia trança nagô termina na metade da cabeça. Com os fios restantes, termine a trancinha e a deixe pendente. No final, corte um pedacinho de elastex e dê um pequeno nó, bem apertado, para amarrar a trança.

Em seguida, reinicie o processo com uma nova mecha de cabelo até terminar o penteado.

Nagô invertida

A nagô invertida começa na nuca em direção ao rosto

A trança nagô invertida começa a ser trançada pela nuca e termina na testa. É ideal para quem não tem cabelos compridos. O resultado é um penteado romântico, com estilo anos 20, onde as trancinhas pendentes ao longo do rosto são um charme a mais. "Aprendemos este penteado em uma revista que falava dos penteados das mulheres de Angola", lembra Denise.

Denise começou a trançar o cabelo de Fernanda pela nuca. O procedimento é o mesmo. As mechas devem ser separadas de acordo com a espessura desejada e trançadas uma a uma até terminar

Tererê

Os tererês são apliques de linha colorida sobre uma trança de cabelo natural. O material necessário é uma tesoura, linhas coloridas que podem ser fios médios de crochê ou lã e um elástico ou silicone pequenos para prender o cabelo. Quanto mais fino o fio, maior deve ser o seu comprimento para cobrir toda a trança.


Tererês são formados por um punhado de linhas enroladas na trança

Corte cerca de 1,5 m de fio colorido, combine cores diferentes ou use um fio da mesma cor.

Trance o cabelo no local desejado e prenda com elástico na ponta.

Em seguida, alinhe os fios coloridos e dobre ao meio. Na base da trança, passe a ponta por dentro da outra extremidade e aperte bem.

Siga envolvendo o fio ao longo da trança, o que pode ser feito deixando o cabelo aparente ou não. Quando chegar no final, dê um pequeno nó e corte o excesso de fio. Quem quiser dar um charme a mais ao tererê, pode aplicar uma conta colorida em na ponta e, só então, finalizar com o nózinho. Contas e fios coloridos também podem ser anexados aos dreadlocks e às trancinhas nagô.

Cultivando os dreads

Os dreadlocks cultivados por Malizi desde 2001

“Dreadlock não se faz, cultiva-se”, explica Malizi. Ela aderiu ao visual rastafari em 2001 e ensina os cuidados para mantê-los sempre saudáveis e fortes. Para a DJ, “cultivar” os dreads inclui ter cuidados com a manutenção e entender o que significa o penteado, uma forma de afirmação da identidade negra e da cultura africana. “Antes de tudo é preciso ter paciência, não é da noite para o dia que os dreads ficam prontos”, opina.

Para começar um dread, é preciso separar o cabelo seco em mechas e ir enrolando. “A espessura de cada dread e a direção de cada cacho é o que vai definir o caimento”, analisa. A aplicação de cera de abelhas ajuda a aglutinar os fios e é necessária no início e, principalmente, para cabelos lisos e finos. “Os cabelos crespos não necessitam tanto de cera”, avalia.

Na medida em que os cabelos crescem, é preciso estar sempre enrolando os novos fios. “É preciso buscar a raiz, separar os cachos ir enrolando e juntando. Uma tesourinha é fundamental para separar os cachos embolados”, ensina Malize.

Malizi reclama na hora de enrolar os cachos, separados na raiz

Quem pensa que dread é sinônimo de sujeira e mau cheiro, está enganado. O cabelo pode ser lavado normalmente e até mesmo óleos hidratantes podem ser aplicados na raiz. É na secagem que é preciso ter um cuidado especial, o secador na temperatura fria é um aliado para evitar que a umidade prejudique a saúde dos fios. “Tem que ter consciência de que o cabelo demora mais a secar”, explica. Quem precisa da cera para fixar os dreads, deve renovar as aplicações depois de cada lavada.

Ação nociva

Sol, vento, praia e piscina são inimigos dos dreads e das tranças nagô. A exposição excessiva pode comprometer a saúde dos fios, ressecá-los e até rompê-los. "O dread pode 'quebrar'", adverte Malizi.

Sempre que o cabelo for molhado no mar e na piscina, os cuidados na lavagem devem ser redobrados. O sal e o cloro não devem ficar impregnados nos fios, por isso é preciso lavar e enxaguar bem.

SOCIOLOGIA - ANDREW MAURÍCIO


COMO EVITAR O PRECONCEITO RACIAL EM CRIANÇAS

1. Eduque as crianças para o respeito à diferença. Ela está nos tipos de brinquedos, nas línguas faladas, nos vários costumes entre os amigos e pessoas de diferentes culturas, raças e etnias. As diferenças enriquecem nosso conhecimento.

2. Textos, histórias, olhares, piadas e expressões podem ser estigmatizantes com outras crianças, culturas e tradições. Indigne-se e esteja alerta se isso acontecer.

3. Não classifique o outro pela cor da pele; o essencial você ainda não viu. Lembre-se: racismo é crime.

4. Se seu filho ou filha foi discriminado, abrace-o, apoie-o. Mostre-lhe que a diferença entre as pessoas é legal e que cada um pode usufruir de seus direitos igualmente.

Toda criança tem o direito de crescer sem ser discriminada.

5. Não deixe de denunciar. Em todos os casos de discriminação, você deve buscar defesa no conselho tutelar, nas ouvidorias dos serviços públicos, na OAB e nas delegacias de proteção à infância e adolescência. A discriminação é uma violação de direitos.

6. Proporcione e estimule a convivência de crianças de diferentes raças e etnias nas brincadeiras, nas salas de aula, em casa ou em qualquer outro lugar.

7. Valorize e incentive o comportamento respeitoso e sem preconceito em relação à diversidade étnico-racial.

8. Muitas empresas estão revendo sua política de seleção e de pessoal com base na multiculturalidade e na igualdade racial. Procure saber se o local onde você trabalha participa também dessa agenda. Se não, fale disso com seus colegas e supervisores.

9. Órgãos públicos de saúde e de assistência social estão trabalhando com rotinas de atendimento sem discriminação para famílias indígenas e negras. Você pode cobrar essa postura dos serviços de saúde e sociais da sua cidade. Valorize as iniciativas nesse sentido.

10. As escolas são grandes espaços de aprendizagem. Em muitas, as crianças e os adolescentes estão aprendendo sobre a história e a cultura dos povos indígenas e da população negra; e como enfrentar o racismo. Ajude a escola de seus filhos a também adotar essa postura.

LÍNGUA PORTUGUESA - MARIANA ARAÚJO



ESCREVA 3 PALAVRAS QUE COMECEM COM:


A_____ _____ _____


E____ _____ _____

I_____ _____ _____

O____ ______ _____

U____ ______ ______